Lição 6 – O Dia da Expiação – Yom Kipur


Azael 2
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Como não poderia ser diferente em nosso site “Herança Judaica” as lições do Tanach fazem paralelo com a B’rit Hadashah, a herdeira das promessas e da cosmovisão bíblicas. E como nosso objetivo é prover um conhecimento comparativo tanto para judeus quanto para cristãos é importante que você tenha em mãos a Bíblia Hebraica Sêfer e a Bíblia Judaica Completa (Ed. Vida) para as consultas solicitadas.
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“Quem é um Deus como Tu, que perdoas a iniquidade e revelas a transgressão do remanescente da Sua herança? Ele não mantém Sua cólera para sempre, porque Se deleita na bondade. Ele novamente terá compaixão de nós, suprimirá nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados às profundezas do mar.” (Mihá, Miquéias 7:18, 19 Bíblia Hebraica).

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Leituras Importantes:
Vaicrá, Lev 16; 23:27-32; Devarim Deut 19:16-21; Mattityahu, Mateus 18:23-35;
Ieshaiáhu, Isaías 6:1-6

O Dia da Expiação, ou Yom Kippur, conforme revelado em Vaicrá, Levítico 16, é o ritual mais solene da Bíblia Hebraica. Ele foi intencionalmente colocado no centro do livro de Levítico, que está no centro dos cinco livros de Moisés, para ilustrar o “santíssimo” caráter desse ritual. Mencionado também como o sábado dos sábados (Lv 16:31, International Standard Version), o dia requeria a cessação de todo trabalho, o que é único para um festival israelita anual. Esse fato coloca esse dia justamente dentro do conceito do shabbat, um tempo para descansar no que Hashem, como Criador e Redentor, fez (e fará) por nós.

Nesta semana, estudaremos o que acontecia no Yom Kipur, o Dia da Expiação no santuário terrestre, especificamente os rituais com os dois bodes, que nos ajudam a entender melhor verdades mais profundas a respeito da yeshu’ah, salvação e eliminação final do pecado, chet.

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A purificação anual

1. Leia Vaicrá, Levítico 16:16, 30. O que era purificado no Dia da Expiação (Yom Kipur)?
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Ao longo do ano, todos os tipos de pecados e impurezas rituais eram transferidos para o santuário. O Dia da Expiação era o tempo para sua remoção.

Havia três partes principais no Dia da Expiação:

1. A oferta da purificação pelo sacerdote.

O sumo sacerdote sacrificava um novilho por seus pecados, certificando-se de que ele (o sacerdote) estaria puro ao entrar no santuário e realizar o ritual para purificá-lo.

2. A oferta de purificação do bode “para o Eterno” (Lv 16:8).

Durante o ano, as ofertas de purificação levavam todos os pecados dos israelitas para o santuário. O Dia da Expiação era o momento de remover esses pecados do santuário. Esse processo era feito mediante o sangue do bode “para o Eterno”.

3. O ritual da eliminação com o bode vivo para Azazel.

D’us queria afastar os pecados de Seu povo para longe do santuário e do acampamento. Portanto, outro bode, só que vivo era enviado ao deserto.

2. Leia Vaicrá, Levítico 16:15. O que acontecia com o bode mencionado nesse texto, e o que ele simbolizava?
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Visto que não havia confissão do pecado nem imposição de mãos envolvidas com o bode para o Eterno, seu sangue não era portador de pecado. Assim, ele não contaminava, mas, em vez disso, purificava. O efeito é claramente descrito nos versos 16 e 20. O sumo sacerdote fazia expiação com o sangue do bode do Eterno, purificando todo o santuário. O mesmo procedimento também efetuava a purificação do povo para que, quando o santuário fosse purificado de todos os pecados das pessoas, elas também fossem purificadas. Nesse sentido, o Dia da Expiação era único, pois somente nesse dia tanto o santuário quanto o povo eram purificados.

O Dia da Expiação era a segunda etapa de uma expiação em duas fases:

Na primeira fase, durante o ano, os israelitas eram perdoados. Seus pecados não eram apagados, mas confiados ao próprio D’us, que havia prometido cuidar deles.

A segunda fase não se relacionava tanto com o perdão, porque as pessoas já estavam perdoadas. Na verdade, o verbo “perdoar” não ocorre em Levítico 16 nem em Levítico 23:27-32. Isso nos mostra que o plano da yeshu’ah, salvação, lida com algo mais do que apenas o perdão dos nossos pecados, um ponto que tem ainda mais sentido quando compreendido no contexto mais amplo do grande conflito.

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Além do perdão

3. Leia Vaicrá, Levítico 16:32-34. Qual era a principal tarefa do kohen gadol, sumo sacerdote no Dia da Expiação?
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A principal função do kohen gadol, sumo sacerdote era a de servir de mediador entre o Eterno e a humanidade. Sua tarefa no Dia da Expiação era imensa. Administrava o sistema do Santuário e realizava diversos rituais de sacrifícios e ofertas (Hebreus 8:3). Ele realizava quase todos os rituais, exceto o de levar o bode para Azazel ao deserto, embora ele desse a ordem para fazer isso.

No Dia da Expiação, o “grande” sacerdote, como ele também era chamado, se tornava um exemplo vivo do Mashiach que deveria vir. Assim como a atenção do povo de D’us se voltava para o sumo sacerdote, o Mashiach é o centro exclusivo de nossa atenção. Como as atividades do sumo sacerdote na Terra traziam purificação para as pessoas, igualmente a obra do Mashiach no santuário celestial faz o mesmo por nós (Rm 8:34; 1Jo 1:9). Assim como no Dia da Expiação a única esperança do povo estava no sumo sacerdote, nossa única esperança está no Mashiach.

De acordo com Vaicrá, Levítico 16:16-20, o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo e o purificava das impurezas rituais, transgressões e pecados que haviam sido confessados durante todo o ano do calendário judaico, e que já haviam sido expiadas através da kapará e perdoadas através do derramamento do sangue da oferta. Então, ele transferia todas as iniquidades, transgressões e pecados de Israel para o bode vivo, símbolo da verdadeira origem do pecado, e os enviava, por meio do bode, para o deserto. Assim, todas as falhas morais de Israel eram removidas, o que alcançava o único objetivo do Dia da Expiação: a purificação moral que ia além do perdão. Não era necessário um novo perdão nesse dia. D’us já havia perdoado seus pecados.

Enquanto lutamos para abandonar os pecados, como podemos aprender a depender totalmente dos méritos do Mashiach como nossa única esperança de yeshu’ah, salvação?

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Azazel

4. Leia Vaicrá, Levítico 16:20-22. O que acontecia com o bode vivo? Qual a necessidade de um bode vivo, já que o outro para o Eterno já havia sido sacrificado?
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O ritual com o bode vivo não era uma oferta. Depois que a sorte era lançada para decidir qual dos dois bodes seria para o Eterno e qual seria para Azazel, apenas o bode para o Eterno é mencionado como oferta de purificação (v. 9, 15).

Por outro lado, o bode para Azazel é chamado de “bode vivo”. Ele não era morto, provavelmente para evitar qualquer ideia de que o ritual constituísse um sacrifício.

O bode vivo entrava em ação somente depois que o sumo sacerdote terminava a expiação de todo o santuário (v. 20), no qual se confirmava a aceitação da emuná shelemá e seus sacrifícios diários.

Este ponto deve ser enfatizado: o ritual que se seguia com o bode vivo não tinha nada a ver com a efetiva purificação do santuário ou do povo. Eles já tinham sido purificados com a morte do bode para o Eterno.

Quem ou o que é Azazel? Os antigos intérpretes judeus identificavam Azazel como o anjo caído, principal originador do mal e líder dos anjos maus. Nós o conhecemos como símbolo do próprio Lúcifer.

“Embora a palavra Azazel possa se referir a um lugar, ou ao bode, também foi explicada como sendo o nome de um demônio. Os pecados de Israel estariam, pois, sendo devolvidos à sua fonte de impureza… Azazel é também o nome de um anjo caído.” Alan Unterman – Dicionário Judaico de Lendas e Tradições, Jorge Zahar Editor.

Sempre há dois responsáveis pelos nossos pecados, nós mesmos naturalmente, que usamos mal nosso livre arbítrio e Satã, aquele que nos leva pecar e é o originador de todo chet, pecado. Pelos nossos pecados e responsabilidade em pecar o bode do Eterno morre e a SUA responsabilidade em NOS LEVAR a pecar é devolvida a sua origem e fonte de impureza, Samael.

“Samael Príncipe dos Demônios, líder dos anjos que foram expulsos do céu… é identificado com Satã e a inclinação para o mal, e é o principal acusador de Israel… foi Samael que enviou a serpente para seduzir Eva no Jardim do Éden…” idem.

O ritual com o bode vivo era um rito de eliminação que realizava a remoção final dos pecados, que seriam colocados sobre o seu originador e depois retirados do povo para sempre. A “expiação” era feita sobre ele no sentido punitivo
(Lv 16:10), visto que o bode suportava a SUA responsabilidade final pelo pecado.

Então Satanás desempenha um papel em nossa yeshu’ah, salvação? Claro que não! Satã nunca, de nenhuma forma, carrega o pecado por nós como substituto. Só o bode para o Eterno, símbolo do Mashiach fez isso, e é uma blasfêmia pensar que Satanás tivesse alguma parte em nossa redenção.

O ritual com o bode vivo encontra paralelo na lei da testemunha falsa (Devarim, Dt 19:16-21). O acusador e o acusado se apresentavam diante do Eterno, representado pelos sacerdotes e juízes. Era realizada uma investigação e, se fosse comprovado que o acusador era uma testemunha falsa, ele devia receber a punição que pretendia para o inocente (por exemplo, o perverso Hamã que levantou uma forca para o leal Mordecai).

Graças ao Eterno por Seu misericordioso perdão e pelo fato de que Ele não mais Se lembrará dos nossos pecados (Irmiáhu, Jeremias 31:34). Como podemos aprender a nos esquecermos dos nossos pecados, uma vez que eles estão perdoados? Por que é tão importante fazer isso?

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No Dia da Expiação

“Em tais condições, no ministério do tabernáculo e do templo que mais tarde tomou seu lugar, ensinava-se ao povo cada dia as grandes verdades relativas ao ministério de Yeshua e, uma vez ao ano, sua mente era transportada para os acontecimentos finais do grande conflito entre o Mashiach e Satã, e para a final purificação do Universo, de pecado e pecadores” (Ellen Gould White).

5. Leia Vaicrá, Levítico 16:29-31 e 23:27-32. O que D’us esperava que os israelitas fizessem no Yom Kippur (Dia da Expiação)? Como esses princípios se aplicam a nós?

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Se alguém no antigo Israel não seguisse essas instruções, devia ser eliminado e destruído (Vaicrá, Lv 23:29, 30). O Dia da Expiação realmente significava nada menos do que vida e morte. Ele exigia completa lealdade para com D’us.

Imagine que alguém tivesse confessado seus pecados durante a primeira fase da expiação ao longo do ano, ou seja, por meio dos sacrifícios diários, mas não levasse a sério o Dia da Expiação, o Yom Kipur. Por seu desrespeito ao que D’us desejava demonstrar nesse dia, essa pessoa teria demonstrado sua deslealdade para com o Eterno.

Isso significa que uma pessoa que professa fé em D’us ainda pode perder a yeshu’ah, salvação. Não acreditamos na expressão “uma vez salvo, salvo para sempre”, porque a Bíblia não ensina isso. Ou porque somos descendência de Abraão não precisamos nos arrepender e desenvolver uma emuná shelemá, fé completa em Hashem.

Estamos seguros no Mashiach apenas enquanto vivemos pela emuná, fé e nos entregamos a Ele, clamando por Seu poder para a vitória, quando tentados, e Seu perdão, quando caímos.

6. Leia abaixo: Mattityahu, Mateus 18:23-35. Que lição devemos tirar dessa parábola?
“Por causa disso, o Reino do Céu pode ser comparado a um rei que desejava acertar contas com seus representantes. Imediatamente trouxera à frente um homem que lhe devia muitos milhões, e, pelo fato de não poder pagar, o patrão ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e todas as suas posses fossem vendidos para pagar a dívida.

Entretanto, o servo se prostrou diante dele:

‘Seja paciente comigo’, ele implorou, ‘e eu lhe pagarei tudo’.

Por causa da compaixão por ele, o senhor o deixou ir e lhe e lhe perdoou a dívida.

Mas, assim que o servo saiu, encontrou um de seus companheiros, que lhe devia uma soma irrisória. Agarrou-o e começou a sufoca-lo, gritando:

‘Devolva-me o que me deve!’. Seu companheiro caiu de joelhos e implorou: ‘Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei’.

Mas ele se recusou e, em vez disso, saiu e mandou lança-lo na prisão, até que pagasse a dívida.

Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia acontecido.
Então o senhor convocou o servo e disse:

‘Servo perverso! Perdoei a sua dívida porque você me implorou que o fizesse. Você não deveria ter misericórdia do seu companheiro como eu tive misericórdia de você?

E, irado, seu senhor o entregou aos carcereiros para ser punido até devolver tudo o que devia. Desta forma meu Pai celestial tratará vocês, a menos que perdoem de coração a seu irmão.”

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O Yom Kippur de Ieshaiáhu, Isaías.

Em Isaías 6:1-6, o profeta viu o Rei celestial sentado em um “alto e sublime” trono no templo. A visão é uma cena de juízo que apresenta D’us como vindo para o julgamento (Is 5:16). Isaías viu o verdadeiro Rei.

Embora Isaías fosse profeta de D’us e chamasse as pessoas ao arrependimento, entendia que, na presença de D’us, ele estava perdido. Confrontado com a santidade e a Shekinah, glória de D’us, Isaías percebeu sua própria pecaminosidade e também a impureza de seu povo. Santidade e pecado são incompatíveis.

Como Isaías, precisamos chegar à conclusão de que não podemos passar pelo juízo divino confiando em nós mesmos. Nossa única esperança é ter um Substituto, é esse o conceito judaico que percorre toda a Tanach, dos patriarcas hebreus, passando pelo Tabernáculo de Moshe e chegando ao Templo de Shlomoh. Sempre se fazia kapará, isto é, expiação através de um korban, sacrifício que tomava o lugar do pecador arrependido.

7. Que paralelos para o Dia da Expiação aparecem em Ieshaiáhu, Isaías 6:1-6?

A combinação de um templo cheio de fumaça, um altar, julgamento e expiação para o pecado e a impureza, lembra claramente o Dia da Expiação. Isaías experimentou seu próprio Yom Kipur, “Dia da Expiação”, por assim dizer.

Atuando como sacerdote, um serafim (que literalmente significa “aquele que arde”) tomou uma brasa viva do altar, o que pressupõe algum tipo de oferta, para remover o pecado do profeta.

Essa é uma imagem apropriada para a purificação do pecado, que é possível mediante o sacrifício do Mashiach, que trataremos na próxima lição, e Seu sacerdócio.

Isaías reconheceu isso como um ritual de purificação e se manteve quieto enquanto a brasa tocava seus lábios. Assim a sua “iniquidade foi tirada” e seu pecado perdoado (Is 6:7). A voz passiva no verso 7 mostra que o perdão é concedido por Aquele que está sentado no trono. O Juiz também é o Salvador.

A divina obra de purificação nos leva do “ai de mim!” para “eis-me aqui, envia-¬me a mim”.

Compreender a obra celestial no Dia da Expiação leva à disposição para a proclamação, porque um verdadeiro entendimento conduz à segurança e certeza. A razão disso é sabermos que, no juízo, o Eterno providenciou um sacrifício que ocupa o nosso lugar de pecadores, cuja justiça (simbolizada pelo sangue) nos permitirá ficar sem medo da condenação (Rm 8:1). Gratidão motiva a obediência. Pecadores absolvidos são os melhores embaixadores de D’us (2Co 5:18-20), porque eles sabem que D’us os libertou e desenvolvem a verdadeira emuná shelemá, a fé completa e operante.

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Estudo adicional

“Ocorre agora o acontecimento prefigurado na última e solene cerimônia do Dia da Expiação. Quando se completava o ministério no lugar santíssimo, e os pecados de Israel eram removidos do santuário em virtude do sangue da oferta pelo pecado, o bode emissário era, então, apresentado vivo perante o Eterno; e na presença da congregação o kohen gadol, sumo sacerdote confessava sobre ele “todas as iniquidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados”, pondo-os sobre a cabeça do bode (Lv 16:21, RC). Semelhantemente, ao completar-se a obra de expiação no santuário celestial, na presença de D’us e dos anjos do Céu e da multidão dos remidos, no tikkun ha’olam, no conserto do mundo, serão então postos sobre Satã os pecados do povo de D’us. Ele será declarado culpado de todo o mal que os fez cometer” (Ellen Gould White). Ele arca sobre si mesmo com a própria responsabilidade em nos levar a pecar. Já a culpa do povo de D’us foi expiada há muito tempo antes.

Perguntas para reflexão

1. Por que a compreensão do plano da yeshu’ah seria incompleta se deixasse de fora, ou minimizasse a obra do Mashiach?
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O que o santuário nos ensina sobre a importância da obra de intercessão no santuário para o plano da yeshu’ah?

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A maior parte do livro de Hebreus é dedicada à obra de Mashiach no santuário celestial. Em vista disso, qual é a importância dessa obra?
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2. Alguém escreveu que a obra do Mashiach, é simplesmente parte do “método planejado por D’us” para lidar com o problema do chet, pecado de uma forma que ajude a responder a todas as perguntas acerca de Sua justiça, honestidade e amor.

Pense nas implicações desse conceito, especialmente à luz do grande conflito entre o bem e o mal e o que ele ensina sobre as grandes questões envolvidas na tragédia deste mundo.

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