Sucót/Cabanas/Tabernáculos


            A viagem feita três vezes por ano para as festas anuais em Jerusalém e a estada de sete dias em cabanas, durante a festa dos tabernáculos/sucót, apontavam para realidades superiores a si mesmas e relacionadas ao Mashiach.

            Sucót e as demais Festas eram oportunidades para recreação ao ar livre e vida social. Essas festas eram ocasiões de alegria, tornando-se mais doces e ternas pelo hospitaleiro acolhimento dispensado aos estrangeiros, aos levitas e aos pobres.

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            No sétimo mês vinha a festa dos tabernáculos, ou da colheita. Esta festa reconhecia a generosidade de D’us nos produtos do pomar, do olival e da vinha. Era a reunião festiva encerradora do ano. A terra havia outorgado o seu produto, as colheitas estavam guardadas nos celeiros; os frutos, o azeite e o vinho estavam armazenados, as primícias reservadas, e agora o povo vinha com seus tributos de ações de graças a D’us, que os havia assim abençoado ricamente.

            A festa devia ser eminentemente uma ocasião para regozijo. Ocorria precisamente depois do grande dia da expiação/yom kipur, quando haviam obtido a certeza de que sua iniquidade não mais seria lembrada. Em paz com D’us vinham agora diante dEle para reconhecer Sua bondade e louvá-Lo pela Sua misericórdia. Estando terminados os labores da ceifa, e ainda não iniciadas as labutas do novo ano, o povo estava livre de cuidados, e podia entregar-se às influências sagradas e jubilosas do momento. Embora unicamente aos pais e aos filhos fosse ordenado comparecer às festas, todavia, tanto quanto possível, a casa toda devia a elas assistir, e à hospitalidade daqueles eram bem-vindos os servos, os levitas, o estrangeiro, e os pobres.

            Como a Pêssah/Páscoa, Sucót/Festa dos Tabernáculos era comemorativa. Em memória de sua vida peregrina no deserto, o povo devia agora deixar suas casas, e habitar em cabanas, formados dos ramos verdes “das formosas árvores, ramos de palmas, ramos de árvores espessas, e salgueiros de ribeiros”. Vaicrá/Lev. 23:40, 42 e 43.[i]

            O primeiro dia era uma santa convocação, e aos sete dias da festa acrescentava-se um oitavo, que era observado de modo semelhante.

            Nestas assembleias anuais o coração de velhos e jovens se animava no serviço de D’us, ao mesmo tempo em que a associação da gente das várias regiões do país fortalecia os laços que os ligavam a D’us e uns aos outros.

            Assim como os filhos de Israel celebravam o livramento que D’us operara a seus pais, e sua miraculosa preservação por parte dEle durante suas jornadas depois de saírem do Egito, devemos nós com gratidão recordar-nos dos vários meios que Ele ideou para nos tirar do mundo, e das trevas do erro, para a luz preciosa de Sua graça e verdade.

peregrinação 3

            Para os que moravam distantes do tabernáculo ou Templo de Jerusalém, mais de um mês em cada ano deve ter sido ocupado com a assistência às festas anuais. Este exemplo de devoção a D’us deve dar ênfase à importância do culto religioso, e à necessidade de subordinar nossos interesses egoísticos, mundanos, aos que são espirituais e eternos. Incorremos em perda quando negligenciamos o privilégio de nos associarmos, a fim de fortalecer-nos e encorajar-nos uns aos outros no serviço de D’us.

            As verdades de Sua Palavra perdem sua vivacidade e importância em nossa mente. Nosso coração deixa de iluminar-se e despertar-se pela influência santificadora, e nós decaímos em espiritualidade. Em nossas relações mútuas como crentes, perdemos muito pela falta de simpatia de uns para com os outros. Aquele que se encerra dentro de si mesmo, não está preenchendo a posição que era desígnio de D’us ele ocupasse. Todos nós somos filhos de um mesmo Pai, dependentes uns dos outros para alcançar a felicidade. As reivindicações de D’us e da humanidade tocam a nós. É o cultivo apropriado dos elementos sociais de nossa natureza o que nos une intimamente com nossos irmãos, e nos proporciona felicidade em nossos esforços para sermos bênçãos aos outros.

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Tabela das Festas Judaicas 3

            A festa de Sucót não era apenas comemorativa, mas também típica. Não somente apontava para a peregrinação no deserto, mas, como festa da ceifa, celebrava a colheita dos frutos da terra, e indicava, no futuro, o grande dia da colheita final, em que o Senhor da seara enviará os Seus ceifeiros para ajuntar o joio em feixes para o fogo, e colher o trigo para o Seu celeiro. Naquele tempo os ímpios todos serão destruídos. Eles se tornarão “…e serão como se nunca tivessem sido”. ‘Ovadyah/Obadias 01:16.

           O culto hebraico centrado nos ritos e dias de Festa no Tabernáculo ou no Templo se apresenta em imagens vívidas no livro do Apocalipse. O simbolismo do santuário parece permear tudo o que Yochanan/João viu na ilha de Patmos, assim, o Apocalipse se interpreta a luz da Torah e Moshe/Moisés é seu precursor.

            A visão do Apocalipse se caracteriza pela predição profética que se cumpre na história deste mundo apresentando em suas figuras eventos que partem dos tempos de inauguração da Nova Aliança/B’rit Hadashah e que ainda não tinham sido apresentados em sua inteireza aos talmidim/discípulos.

“Por isso lhes falei enquanto ainda estava com vocês: Tudo o que estava escrito a meu respeito na Torah de Moshe, nos Profetas e nos Salmos tinha de ser cumprido. Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem entender o Tanakh…” Lucas 24:44,45

            Todo o sistema do Santuário e seus serviços vistos por Moshe/Moisés no monte, Shemot/Êxodo 25:08 e 09, apontavam profeticamente em tipologia[ii]  através de pessoas, eventos, instituições, sacrifícios, festas, etc., para seu cumprimento antitípico em Yeshua/Jesus e nas verdades celestiais que por Ele seriam reveladas após a Sua ascensão ao Santuário Celestial, como o próprio Yeshua/Jesus predisse:

“Tenho ainda muitas coisas para lhes dizer, mas vocês não as podem suportar neste momento. Todavia, quando o Espírito da Verdade vier, ele os guiará a toda a verdade, porque não falará por iniciativa própria, mas dirá apenas o que ouve, e lhes anunciará acontecimentos futuros.” Yochanan/João 16:12 e13.

           Davidson[iii] identifica os elementos da tipologia como sendo:

  1. Historicidade, pois há uma correspondência histórica entre tipo e antítipo.
  2. Essência profética, pois, o tipo é sempre uma antecipação do antítipo.
  3. Essência escatológica[iv], pois as realidades tipificadas têm relevância para os eventos relacionados ao final dos tempos.
  4. Essência cristológica[v] e soteriológica[vi], pois, as realidades tipificadas têm relevância para a salvação do homem e seu relacionamento com Yeshua há Mashiach.
  5. Essência eclesiológica[vii], pois as realidades tipificadas têm relevância para os adoradores tanto como indivíduos quanto como comunidade.

Santuário desenhado II

            O valor de todas as cerimônias e exigências do culto hebreu e seu santuário não tinha peso de salvação e perdão reais, os atos eram reais, mas, os significados eram espirituais e apontavam para algo além de si mesmo:

  • “…são sombras do que virá; o corpo, porém, é do Messias.” Colossenses 02:17
  • “…kohanim…servem no que é apenas cópia e sombra do original que está no céu…” Hebr. 08:04 e 05.
  • “Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de serviço… é isto uma parábola para a época presente…” Hebr. 09:01 e 09
  • “…A Torah tem em si uma sombra das coisas boas que virão, mas não a manifestação real das coisas originais…” Hebr. 10:01

            Quando o Eterno instruiu Moshe/Moisés Ele fez uma relação entre a terra e o Céu:

“E vê e faze-o conforme seu modelo, como te foi mostrado no monte.” Shemot/Êxodo 25:40

            “…o termo hebraico tabnit, neste contexto, aponta claramente para uma relação tipológica entre o Santuário terrestre e o Celeste… o Santuário terrestre é, em última instância, a cópia do original celeste.”[viii]

            O mesmo autor apresenta algumas passagens da Bíblia Hebraica onde há referência a um Santuário ou Templo celestial: Tehillim/Salmos 11:04, 18:06, 60:06, 63:02, 68:35, 96:06, 102:19, 150:1, Yesha’yahu/Isaías 6, Yonah/Jonas 02:07, Mikhah/Miquéias 01:02, Havakuk/Habacuque 02:20, etc. Fontes judaicas posteriores apontam nesta direção.

Missio Dei

            O povo de Israel louvava a D’us na Festa dos Tabernáculos/Sucót, ao evocarem a mente a Sua misericórdia pelo seu livramento da escravidão no Egito, e o Seu terno cuidado para com eles durante sua vida peregrina pelo deserto. Regozijavam-se também pela consciência que tinham do perdão e aceitação, mediante o serviço do dia da expiação, apenas terminado. Mas, quando os resgatados do Eterno houverem sido com segurança recolhidos na Canaã celestial – livres para sempre do cativeiro da maldição, sob o qual “sabemos que, até agora, toda a criação geme, como se sentisse dores de parto…” (Rom. 8:22) – regozijar-se-ão com indizível alegria e plenos de glória. O grande plano de salvação/yeshu’ah do Mashiach em prol do homem ter-se-á então completado, e seus pecados terão sido para sempre eliminados.

            Essa festa não era somente a ação de graças pela colheita, mas uma celebração do protetor cuidado de D’us sobre Israel no deserto. Para comemorar sua vida em tendas, os israelitas durante a festa habitavam em cabanas ou tabernáculos de ramos verdes. Essas cabanas eram erguidas nas ruas, nos pátios do templo, ou nos telhados das casas. As colinas e vales em torno de Jerusalém achavam-se também bordados com essas habitações de folhas, e pululantes de gente.

            Com hinos sagrados e ações de graças, celebravam os adoradores essa ocasião. Pouco antes da festa vinha o dia da expiação; quando, depois de confessados os pecados, se declarava o povo em paz com o Céu. Assim se preparava o caminho para o regozijo da festa.

“Louvado seja o Eterno! Louvai ao Eterno porque imensa é Sua bondade e eterna Sua misericórdia.” (Tehilim/Sal. 106:1)

            …eram as palavras que se erguiam triunfalmente, ao passo que toda espécie de música, de mistura com aclamações de hosanas, acompanhavam o unido canto. O templo era o centro da alegria geral. Ali se achava a pompa das cerimônias sacrificais. Ali, enfileirados de ambos os lados da escada de branco mármore do sagrado edifício, dirigia o coro dos levitas o serviço de cântico.

Levitas 1

            A multidão dos adoradores, agitando ramos de palma e murta, unia sua voz aos acordes e repetia o coro; e, novamente, a melodia era cantada por vozes próximas e distantes, até que as circundantes colinas ressoavam todas o louvor.

            À noite, o templo e o pátio brilhavam pelas luzes artificiais. A música, o agitar dos ramos de palmeira, os alegres hosanas, o grande ajuntamento de povo sobre o qual se espargia a luz irradiada das lanternas suspensas, os paramentos dos sacerdotes e a majestade das cerimônias, combinavam-se para tornar a cena profundamente impressiva aos espectadores. No entanto, a mais impressionante cerimônia da festa, que mais júbilo produzia, era a que comemorava o acontecimento da peregrinação no deserto.

            Aos primeiros raios da aurora, os sacerdotes faziam soar longa e penetrantemente os shofares, e os shofares em resposta e as alegres aclamações do povo de suas cabanas, ecoando  por montes e vales, saudavam o dia da festa. Então o sacerdote tirava das correntes do Cedrom um vaso de água e, erguendo-o, enquanto os shofares soavam, subia ao compasso da música, os amplos degraus do templo, com andar lento e cadenciado, cantando entretanto:

“Chegaram nossos pés às tuas portas, ó Jerusalém.” Tehillim/Sal. 122:2.

            Levava o cântaro ao altar, que ocupava posição central no pátio dos sacerdotes. Ali se achavam duas bacias de prata, tendo um sacerdote junto de cada uma. A ânfora de água era despejada numa, e uma de vinho, noutra; e o conteúdo de ambas corria por um tubo que ia dar no Cedrom e ter ao Mar Morto. Essa apresentação de água consagrada representava a fonte que, ao mando de Deus, brotara da rocha para saciar a sede dos filhos de Israel. Então, irrompiam os jubilosos acentos:

“…o Eterno é minha força e minha canção, e tornou-se minha salvação. Por isto com alegria buscaremos a água da fonte da salvação.” Ieshaiáhu/Isaías 12:2 e 3.

            A festa de Sucót era a reunião final do ano. Era desígnio de D’us que, por essa ocasião, o povo refletisse em Sua bondade e misericórdia. Toda a Terra estivera sob Sua direção, recebendo Suas bênçãos. Dia e noite permanecera sobre ela o Seu cuidado. O Sol e a chuva tinham feito com que o solo produzisse frutos. Dos vales e planícies da Palestina, tinha sido recolhido o cereal. Apanhadas as azeitonas, armazenara-se o precioso azeite. A palmeira tinha oferecido sua contribuição. Os viçosos cachos da videira haviam sido comprimidos no lagar.

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Yeshua na Festa de Sucót

            De Jerusalém, espalhara-se a notícia dos milagres do Mashiach por onde quer que os judeus se tivessem dispersado; e se bem que, por muitos meses, houvesse estado ausente das festas, não diminuíra o interesse nEle. De todas as partes do mundo, tinham ido à festa dos tabernáculos na esperança de O ver. No começo da festa, fizeram-se muitas indagações a respeito dEle. Os fariseus e principais esperavam que Ele fosse, na esperança de um ensejo para O condenar. E investigavam, ansiosos: “Onde ele está?” (João 7:11) mas ninguém o sabia. Era Ele o pensamento predominante em todas as mentes. Por temor dos sacerdotes e principais, ninguém ousava reconhecê-Lo como Messias; no entanto, havia por toda parte, em torno dEle, pacíficas mas fervorosas discussões. Muitos O defendiam como um Enviado de D’us, ao passo que outros O acusavam como enganador do povo.

            Entretanto, Yeshua/Jesus chegara tranquilamente a Jerusalém. Escolhera para viajar um caminho não frequentado, a fim de evitar os viajantes que de todas as partes se dirigiam à cidade. Houvesse Ele Se reunido a qualquer das caravanas que iam à festa, e teria atraído sobre Si a atenção ao entrar na cidade, e uma demonstração popular em Seu favor teria levantado contra Ele as autoridades. Foi por isso que preferiu fazer sozinho a viagem.

            Dia após dia ensinou Ele ao povo, até o último, “o grande dia da festa”. A manhã desse dia encontrou a multidão fatigada do longo período de festividades. De repente, Yeshua/Jesus ergueu a voz, em acentos que retumbaram através dos pátios do templo:

“Se alguém tem sede, venha a Mim, e beba. Quem deposita a confiança em mim, como dizem as Escrituras, rios de água viva fluirão de seu interior!” Yochanan/João 7:37.

            O estado do povo tornou esse apelo deveras eficaz. Estiveram eles empenhados em contínua cena de pompa e festividade, os olhos ofuscados com luzes e cores, e os ouvidos deleitados com a mais preciosa música; nada, porém, houvera em toda essa série de cerimônias para satisfazer as necessidades do espírito, nada para saciar a sede da alma por aquilo que é imperecível. Jesus os convidava a ir beber da nascente da vida, daquela que se tornaria neles uma fonte que salta para a vida eterna.

FESTA DAS CABANAS SUCOT

            O sacerdote havia, naquela manhã, realizado a cerimônia que comemorava o ferir da rocha no deserto. Essa rocha era um símbolo dAquele que, por Sua morte, havia de fazer com que brotassem vivas correntes de salvação para todos os sedentos. As palavras do Mashiach eram a água da vida. Ali, em presença da reunida multidão, Ele Se pôs à tarde para ser ferido, a fim de que água da vida pudesse brotar para o mundo. Ferindo ao Mashiach, Satã pensava destruir o Príncipe da vida; mas da ferida rocha correu água viva. Ao falar Yeshua/Jesus assim ao povo, o coração deste pulsou com estranho respeito, e muitos estavam dispostos a exclamar, como a mulher de Samaria: “Dá-me dessa água, para que não mais tenha sede.”

            Yeshua/Jesus conhecia as necessidades da alma. Pompas, riquezas e honras não podem satisfazer o coração. “Se alguém tem sede, venha a Mim, e beba.”. Yochanan/João 7:37. O rico, o pobre, o elevado, o humilde, são igualmente bem-vindos. Ele promete aliviar os espíritos preocupados, confortar os tristes e dar esperança aos acabrunhados.        

             Muitos dos que ouviram a Yeshua/Jesus estavam a prantear desvanecidas esperanças, muitos nutriam algum desgosto oculto, muitos ainda procuravam satisfazer seus inquietos anseios com as coisas do mundo e o louvor dos homens; mas, obtido tudo, verificavam haver labutado para alcançar nada mais que uma cisterna rota, na qual se não podiam saciar. Por entre o brilho das festivas cenas, estavam descontentes e tristes.

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sucót

            Aquele súbito brado: “Se alguém tem sede”, despertou-os de sua dolorosa meditação, e ao escutarem as palavras que se seguiram, seu espírito reviveu com nova esperança. O Ruach HaKodesh/Espírito Santo apresentou-lhes o símbolo até que viram nele o oferecimento do inapreciável dom da salvação.

            O brado do Mashiach à alma sedenta ecoa ainda, e apela para nós com poder ainda maior do que aos que o ouviram no Templo, naquele último dia da festa de Sucót. A fonte está aberta para todos que almejam uma nova vida aqui e na eternidade:

            “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

            Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo:

“Eis o TABERNÁCULO de Deus com os homens, Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles e lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram…” Apoc. 21:01 a 03.[ix]

“Eu, Yeshua, enviei meu anjo para dar a vocês este testemunho… eu sou a Raiz e o Descendente de Davi, a brilhante Estrela da Manhã.

O Espírito e a Noiva dizem: ‘Vem!’. E todo aquele que ouvir diga: ‘Vem!’. E todo aquele que tiver sede, venha; e todo aquele que quiser, receba de graça a água da vida”. Apoc. 22:16 e 17.[x]

 “mas quem beber da água que lhe der nunca mais terá sede! Ao contrario, a água que eu lhe der se tornará uma fonte de água em eu interior, jorrando para a vida eterna!”. João 4:14.[xi]

             No tempo de determinado a Festa de Sucót se cumprirá, amém, ora venha Mashiach. 

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Pesquisa, adaptação e edição Herança Judaica/Wladimir.

[i] Salvo citação as passagens do VT são da Bíblia Hebraica Sêfer.

[ii] Tipologia (do grego TYPOS) são figuras que D’us utilizou ao longo da história bíblica para revelar acontecimentos futuros. Ele tem seu cumprimento na vinda do Messias. Este cumprimento é chamado antítipo. Num tipo há uma correspondência entre certas pessoas, eventos ou coisas da Bíblia Hebraica e Yeshua/Jesus na B’rit Hadashah/Novo Testamento.

[iii] Adaptado de Davidson, Richard M., Sanctuary Typology, pág. 99-102.

[iv] Escatologia é uma parte da teologia e filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do mundo.

[v] Cristologia é o estudo sobre Cristo; é uma parte da teologia cristã que estuda e define a natureza de Jesus, a doutrina da pessoa e da obra de Jesus Cristo/ Yeshua ha Mashiach

[vi] A soteriologia é o estudo da salvação humana. A palavra é formada a partir de dois termos gregos σωτήριος [Soterios], que significa “salvação” e λόγος [logos], que significa “palavra”, ou “princípio”.

[vii] Eclesiologia (do grego ekklesia e logos) é o ramo da teologia cristã que trata da doutrina da Igreja: seu papel na salvação, sua origem, sua disciplina.

[viii] Davidson, Richard M. A Natureza (e identidade) da Tipologia Bíblica – Questões Cruciais. Revista Hermenêutica – Vol. IV – 2004. Pág. 84

[ix] Bíblia Almeida Revista e Atualizada.

[x] Salvo citação as passagens do NT/B’rit Hadashah – Bíblia Judaica Completa Vida.

[xi] Idem.

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