No Deserto da Tentação – O Topo – Episódio 8


“E Yeshua, cheio do Ruach haKodeshe/Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto”. Luc. 4:1. As palavras de Marcos são ainda mais significativas. Diz ele: “E logo o Espírito O impeliu para o deserto. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras”. Mar. 1:12 e 13. “E naqueles dias não comeu coisa alguma”. Luc. 4:2.

Quando Yeshua foi levado ao deserto para ser tentado, foi levado pelo Espírito de D’us. Não convidou a tentação. Foi para o deserto para estar sozinho, a fim de considerar Sua missão e obra. Por jejum e oração Se devia fortalecer para a sangrenta vereda que Lhe cumpria trilhar. Mas hasatan sabia que Yeshua fora para o deserto, e julgou ser essa a melhor ocasião de se Lhe aproximar.

Momentosos eram, para o mundo, os resultados em jogo no conflito entre o Príncipe da Luz e o líder do reino das trevas. Depois de tentar o homem a pecar, Satanás reclamou a Terra como sua, e intitulou-se príncipe deste mundo. Havendo levado os pais de nossa raça à semelhança com sua própria natureza, julgou estabelecer aqui seu império. Declarou que os homens o haviam escolhido como seu soberano. Através de seu domínio sobre os homens, adquiriu império sobre o mundo. O Mashiach viera para desmentir a pretensão de Satanás. Como Filho do homem, o Salvador permaneceria leal a D’us. Assim se provaria que Satanás não havia adquirido inteiro domínio sobre a raça humana, e que sua pretensão ao mundo era falsa. Todos quantos desejassem libertação de seu poder, seriam postos em liberdade. O domínio perdido por Adão em conseqüência do pecado, seria restaurado.

Desde a declaração feita à serpente no Éden: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a sua semente e a tua semente” (Gên. 3:15), Satanás ficara sabendo que não manteria absoluto controle do mundo. Manifestava-se nos homens a operação de um poder que contrabalançaria seu domínio. Fundamente interessado, observava ele os sacrifícios oferecidos por Adão e seus filhos. Discernia nessas cerimônias um símbolo de comunhão entre a Terra e o Céu. Aplicou-se a interceptar essa comunhão. Desfigurou a D’us, e deu falsa interpretação aos ritos que apontavam ao Salvador. Os homens foram levados a temer a D’us como um Ser que Se deleitasse na destruição deles. Os sacrifícios que deveriam haver revelado Seu amor, eram oferecidos apenas para Lhe acalmar a ira. Satanás despertava as más paixões dos homens, a fim de firmar sobre eles o poder. Quando foi dada a Palavra escrita de D’us, Satanás estudou as profecias concernentes ao advento do Salvador. De geração a geração operou no intuito de cegar o povo para essas profecias, de modo a rejeitarem ao Mashiach em Sua vinda.

Por ocasião do nascimento de Yeshua, Satanás compreendeu que viera Alguém, divinamente comissionado, para lhe disputar o domínio. Tremeu, ante a mensagem dos anjos que atestava a autoridade do recém-nascido Rei. Satanás bem sabia a posição ocupada pelo  Mashiach no Céu, como o Amado do Pai. Que o Filho de D’us viesse à Terra como homem, encheu-o de assombro e apreensão. Não podia penetrar o mistério desse grande sacrifício. Sua alma egoísta não compreendia tal amor pela iludida raça. A glória e a paz do Céu, e a alegria da comunhão com D’us, não eram senão fracamente percebidas pelos homens; mas bem as conhecia Lúcifer, o querubim cobridor. Desde que perdera o Céu, estava decidido a vingar-se levando outros a partilhar de sua queda. Isso faria ele induzindo-os a desvalorizar as coisas celestiais, e a pôr o coração nas terrestres.

Não sem obstáculos, devia o Comandante celestial conquistar a humanidade para Seu reino. Desde criancinha, em Belém foi continuamente assaltado pelo maligno. A imagem de Deus era manifesta em Cristo, e, nos conselhos de Satanás, se decidiu que fosse vencido. Não viera ainda ao mundo algum ser humano que escapasse ao poder do enganador. Foram-Lhe soltas no encalço as forças da confederação do mal, empenhando-se contra Ele, no intuito de, se possível, vencê-Lo.

Quando da imersão de Yeshua, Satanás achava-se entre os espectadores. Viu a glória do Pai cobrir o Filho. Ouviu a voz do Eterno testificando. Desde o pecado de Adão, estivera a raça humana cortada da direta comunhão com D’us; a comunicação entre o Céu e a Terra fizera-se por meio do Mashiach; mas agora, que Yeshua viera “em semelhança da carne do pecado” (Rom. 8:3), o próprio Pai falou. Dantes, comunicara-Se com a humanidade por intermédio do Mashiach; fazia-o agora no Mashiach. Satanás esperara que, devido ao aborrecimento de D’us pelo pecado, se daria eterna separação entre o Céu e a Terra. Era, no entanto, agora manifesto que a ligação entre D’us e o homem fora restaurada.

Satanás viu que, ou venceria, ou seria vencido. Os resultados do conflito envolviam demasiado para ser ele confiado aos anjos confederados. Ele próprio devia dirigir em pessoa o conflito. Todas as forças da apostasia se puseram a postos contra o Filho de D’us. O Mashiach Se tornou o alvo de todas as armas do inferno.

Muitos há que não consideram esse conflito entre o Mashiach e hasatan como tendo relação especial com sua própria vida; pouco interesse tem para eles. Mas, essa luta repete-se nos domínios de cada coração. Ninguém abandona jamais as fileiras do mal para o serviço de D’us, sem enfrentar os assaltos de Satanás. As sedutoras sugestões a que o Mashiach resistiu, foram as mesmas que tão difícil achamos vencer. A pressão que exerciam sobre Ele era tanto maior, quanto Seu caráter era superior ao nosso. Com o terrível peso dos pecados do mundo sobre Si, o Mashiach suportou a prova quanto ao apetite, o amor do mundo e da ostentação, que induz à presunção. Foram essas as tentações que derrotaram Adão e Eva, e tão prontamente nos vencem a nós.

Satanás apontara o pecado de Adão como prova de que a Lei de D’us era injusta, e não podia ser obedecida. O Mashiach devia redimir, em nossa humanidade, a falha de Adão. Quando este fora vencido pelo tentador, entretanto, não tinha sobre si nenhum dos efeitos do pecado. Encontrava-se na pujança da perfeita varonilidade, possuindo o pleno vigor da mente e do corpo. Achava-se circundado das glórias do Éden, e em comunicação diária com seres celestiais. Não assim quanto a Yeshua, quando penetrou no deserto para medir-Se com Satanás. Por quatro mil anos estivera a raça a decrescer em forças físicas, vigor mental e moral; o Mashiach tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação.

Pretendem muitos que era impossível ao Mashiach ser vencido pela tentação. Neste caso, não teria sido colocado na posição de Adão; não poderia haver obtido a vitória que aquele deixara de ganhar. Se tivéssemos, em certo sentido, um mais probante conflito do que teve o Mashiach, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido.

Para o Mashiach, como para o santo par no Éden, foi o apetite o terreno da primeira grande tentação. Exatamente onde começara a ruína, deveria começar a obra de nossa redenção. Como, pela condescendência com o apetite, caíra Adão, assim, pela negação do mesmo, devia o Mashiach vencer. “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; e, chegando-se a Ele o tentador, disse: Se Tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. Mat. 4:2-4.

Do tempo de Adão ao do Mashiach, a condescendência própria havia aumentado o poder dos apetites e paixões, tendo eles domínio quase ilimitado. Os homens se haviam aviltado e ficado doentes, sendo-lhes, de si mesmos, impossível vencer. O Mashiach venceu em favor do homem, pela resistência à severíssima prova. Exercitou, por amor de nós, um autodomínio mais forte que a fome e a morte. E nessa vitória estavam envolvidos outros resultados que entram em todos os nossos conflitos com o poder das trevas. 

Quando Yeshua chegou ao deserto, estava rodeado da glória do Pai. Absorto em comunhão com D’us, foi erguido acima da fraqueza humana. Mas a shekinah/glória afastou-se, e Ele foi deixado a lutar com a tentação. Ela O apertava a todo instante. Sua natureza humana recuava do conflito que O aguardava. Durante quarenta dias, jejuou e orou. Fraco e emagrecido pela fome, macilento e extenuado pela angústia mental, “o Seu parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a Sua figura mais do que a dos outros filhos dos homens”. Isa. 52:14. Era então a oportunidade de Satanás. Julgou poder agora vencer o Mashiach.

Quando o Filho de D’us e Satanás, pela primeira vez, se defrontaram em conflito,  o Mashiach utilizava o nome de Miguel, Ele sempre esteve a direita do Trono da Glória e era o comandante das hostes celestiais; e Satanás ou Samael, o cabeça da rebelião no Céu, fora dali expulso. Agora, dir-se-ia haverem-se invertido as condições, e o adversário explorou o mais possível sua suposta vantagem.

Quando o Mashiach disse ao tentador:

“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”, repetiu as palavras que, mais de mil e quatrocentos anos atrás, Ele dissera a Israel: “O Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, … e te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor viverá o homem”. Deut. 8:2 e 3.

No deserto, quando falharam todos os meios de subsistência, D’us enviou a Seu povo maná do Céu; e foi-lhe dada suficiente e constante provisão. Essa providência visava a ensinar-lhes que, enquanto confiassem em D’us, e andassem em Seus caminhos, Ele os não abandonaria. O Salvador pôs agora em prática a lição que dera a Israel. Pela Palavra de D’us, fora prestado socorro às hostes hebraicas, e pela palavra seria ele concedido a Yeshua. Ele aguardava o tempo designado por D’us, para O socorrer. Achava-Se no deserto em obediência a D’us, e não obteria alimento por seguir as sugestões de Satanás. Em presença do expectante Universo, testificou Ele ser menor desgraça sofrer seja o que for, do que afastar-se de qualquer modo da vontade de D’us.

“Então o diabo O transportou à cidade santa, e colocou-O sobre o pináculo do templo, e disse-Lhe: Se Tu és o Filho de Deus, lança-Te daqui abaixo; porque está escrito: Que aos Seus anjos dará ordem a Teu respeito; e tomar-Te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.” Mat. 4:5 e 6.

Julga Satanás haver agora enfrentado Yeshua mesmo em Seu terreno. O próprio astuto inimigo apresenta palavras procedentes da boca de D’us. Parece ainda um anjo de luz, e mostra claramente estar familiarizado com o Tanach, entendendo a significação do que está escrito. Como Yeshua usara anteriormente a Palavra de D’us para apoiar Sua fé, o tentador agora a emprega para corroborar seu engano. Pretende ter estado apenas provando a fidelidade de Yeshua, louvando-Lhe agora a firmeza. Como o Salvador manifestou confiança em D’us, Satanás insiste com Ele para que dê outro testemunho de Sua fé.

Mas novamente a tentação é introduzida com a insinuação de desconfiança: “Se Tu és o Filho de Deus.” Mat. 4:6. O Mashiach foi tentado a responder ao “se”; absteve-Se, porém, da mais leve aceitação da dúvida. Não poria em risco Sua vida para dar a Satanás uma prova. 

O tentador pensava aproveitar-se da humanidade do Mashiach, e incitou-O à presunção. Mas ao passo que pode instigar, não lhe é possível forçar ao pecado. Disse a Yeshua: “Lança-Te de aqui abaixo”, sabendo que O não podia lançar; pois Deus Se interporia para livrá-Lo. Tampouco poderia o inimigo forçar Yeshua a Se lançar. A menos que o Mashiach consentisse na tentação, não poderia ser vencido. Nem todo o poder da Terra ou do inferno O poderia forçar no mínimo que fosse a Se apartar da vontade de Seu Pai.

O tentador jamais nos poderá compelir a praticar o mal. Não pode dominar as mentes, a menos que se submetam a seu controle. A vontade tem que consentir, a fé largar sua segurança no Mashiach, antes que Satanás possa exercer domínio sobre nós. Mas todo desejo pecaminoso que nutrimos lhe proporciona um palmo de terreno. Todo ponto em que deixamos de satisfazer à norma divina, é uma porta aberta pela qual pode entrar para nos tentar destruir. E todo fracasso ou derrota de nossa parte, dá-lhe ocasião de acusar a Cristo.

Quando Satanás citou a promessa: “Aos Seus anjos dará ordem a Teu respeito” (Mat. 4:6), omitiu as palavras: “para Te guardarem em todos os Teus caminhos” (Sal. 91:11); isto é, em todos os caminhos da escolha de D’us. Yeshua recusou sair da vereda da obediência. Conquanto manifestasse perfeita confiança em Seu Pai, não Se colocaria, sem que isso Lhe fosse ordenado, em situação que tornasse necessária a interposição do Pai para O salvar da morte. Não forçaria a Providência a vir em Seu socorro, deixando assim de dar ao homem um exemplo de confiança e submissão.

Yeshua declarou a Satanás: “Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”. Mat. 4:7. Essas palavras foram ditas por Moisés aos filhos de Israel, quando tinham sede no deserto, e pediram que Moisés lhes desse água, exclamando: “Está o Senhor no meio de nós, ou não?” Êxo. 17:7. D’us operara maravilhas por eles; todavia, em aflição, dEle duvidaram, e exigiram demonstrações de que estava com eles. Procuraram, em sua incredulidade, pô-Lo à prova. E Satanás estava incitando ao Mashiach a fazer a mesma coisa. D’us já tinha testificado que o Mashiach era Seu Filho; pedir agora sinal de ser Ele o Filho de D’us, seria pôr à prova a Palavra divina – tentando-O. E dar-se-ia o mesmo quanto a pedir o que D’us não havia prometido. Manifestaria desconfiança, e estaria realmente provando-O ou tentando-O. Não devemos apresentar ao Eternoo nossas petições para provar se Ele cumpre Sua palavra, mas porque as cumpre; não para provar que Ele nos ama, mas porque nos ama. “Sem fé é impossível agradar-Lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe, e que é galardoador dos que O buscam”. Heb. 11:6.

Mas a fé não é de maneira nenhuma aliada à presunção. Somente o que tem verdadeira fé está garantido contra a presunção. Pois presunção é a falsificação da fé, operada por Satanás. A fé reclama as promessas de D’us, e produz frutos de obediência. A presunção também reclama as promessas, mas serve-se delas como fez Satanás, para desculpar a transgressão. A fé teria levado nossos primeiros pais a confiar no amor de D’us, e obedecer-Lhe aos mandamentos. A presunção os levou a transgredir-Lhe a lei, crendo que Seu grande amor os salvaria da conseqüência de seu pecado. Não é ter fé pretender o favor do Céu, sem cumprir as condições sob as quais é concedida a misericórdia. A fé genuína baseia-se nas promessas e providências das Escrituras.

Muitas vezes quando Satanás falhou em incitar desconfiança, consegue êxito em nos levar à presunção. Se consegue pôr-nos desnecessariamente no caminho da tentação, sabe que tem a vitória. D’us há de guardar todos quantos andam no caminho da obediência; apartar-se dela, porém, é arriscar-se no terreno de Satanás. Aí cairemos por certo. O Salvador nos ordena: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação”. Mar. 14:38. A meditação e a oração nos guardariam de nos precipitar, sem ser solicitados, ao encontro do perigo, e seríamos assim salvos de muitas derrotas.

A missão do Mashiach só se podia cumprir através de sofrimento. Achava-se diante dEle uma existência de dores, privações, lutas e morte ignominiosa. Cumpria-Lhe carregar sobre Si os pecados de todo o mundo. Tinha que sofrer a separação do amor do Pai. Ora, o tentador oferecia entregar-Lhe o poder que usurpara. O Mashiach poderia livrar-Se do terrível futuro mediante o reconhecimento da supremacia de Satanás. Fazer isso, porém, era renunciar à vitória no grande conflito. Fora por buscar exaltar-se acima do Filho de D’us, que Satanás pecara no Céu. Prevalecesse ele agora, e seria isso a vitória da rebelião.

Yeshua obteve a vitória por meio da submissão e fé em D’us, e diz-nos mediante o apóstolo: “Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós”. Tia. 4:7 e 8. Não nos podemos salvar do poder do tentador; ele venceu a humanidade, e quando tentamos resistir em nossa própria força, tornamo-nos presa de seus ardis; mas “torre forte é o nome do Senhor; para ela correrá o justo, e estará em alto retiro”. Prov. 18:10. Satanás treme e foge diante da mais débil alma que se refugia nesse nome poderoso.

Havendo partido o adversário, Yeshua caiu exausto por terra, cobrindo-Lhe o rosto a palidez da morte. Os anjos do Céu haviam testemunhado o conflito, contemplando seu amado Príncipe enquanto passava por inexprimíveis sofrimentos para nos abrir a nós um meio de escape. Resistira à prova – prova maior do que jamais seremos chamados a suportar. Os anjos serviram então ao Filho de D’us, enquanto jazia como moribundo. Foi fortalecido com alimento, confortado com a mensagem do amor do Pai, e com a certeza de que todo o Céu triunfara com Sua vitória. Reanimado, Seu grande coração dilatou-se em simpatia para com o homem, e saiu para completar a obra que iniciara; para não descansar enquanto o inimigo não estivesse vencido, e nossa caída raça redimida.

Jamais poderá o preço de nossa redenção ser avaliado enquanto os remidos não estiverem com o Redentor ante o trono de D’us. Então, ao irromperem as glórias do lar eterno em nossos arrebatados sentidos, lembrar-nos-emos de que Yeshua abandonou tudo isso por nós, que Ele não somente Se tornou um exilado das cortes celestiais, mas enfrentou por nós o risco da derrota e eterna perdição. Então, lançar-Lhe-emos aos pés nossas coroas, erguendo o cântico: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória e ações de graças.” Apoc. 5:12.

 

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