Beit Hamikdash


A primeira provação é semelhante ao Êxodo, mas tem suas raízes na Queda. Colocando como prioridade a fidelidade a D’us em vez da condescendência com o apetite, Yeshua recuperou o terreno que Adam perdeu junto à árvore do conhecimento. Contudo, para transpor completamente o abismo ao qual a raça humana tinha descido desde o tempo de Adam, Yeshua teve que se sujeitar a mais duas provações. De acordo com Mattityahu [mt], na segunda tentação hasatan levou Yeshua ao ponto mais alto do templo [pináculo da Beit Hamikdash], provavelmente o canto sudeste, que dava para um despenhadeiro. Novamente veio a declaração provocante: “Se Tu és o Filho de D’us [Ben HaElohim]”, o que mostrou que o tentador não era amigo de Yeshua coisa nenhuma.

Templo de Jerusalém

4. O que hasatan estava tentando sugerir ali? Se Yeshua tivesse pulado, isso provaria alguma coisa? Mattityahu [mt] 4:5-7
Yeshua não estava interessado em uma encenação teatral barata. Sua emunah em D’us era genuína; não era algo planejado para impressionar a outros. A completa confiança de Yeshua em Seu pai se manifestou no ato de deixar o Céu dos Céus e Se tornar humano, sofrendo o ultraje, a difamação, a humilhação pública e a injustiça de Sua morte (Filipenses 2:5-8). Esse era Seu destino, e o Mashiach estava plenamente preparado para ele. Seu objetivo era recuperar o mundo que Adam e seus descendentes haviam perdido.

templo de Jerusalém 1

Em Yeshua deviam ser cumpridas todas as promessas da aliança [b’rit], e o mundo teria uma oportunidade de salvação [Yeshuah]. Novamente Yeshua respondeu com a expressão “Está escrito”, citando D’varim [dt] e ligando Sua experiência ao Êxodo: “Não ponham Adonai, seu D’us, à prova, como vocês fizeram em massah [provação]” (D’varim [dt] 6:16). massah [ַמ ָסה] foi o local em que os judeus se queixaram amargamente da falta de água, e Moshê feriu a rocha para obtê-la. Ao avaliar aquela experiência, Moshê declarou que as pessoas “tentaram ao Eterno, dizendo: Está o Eterno no meio de nós ou não?” (Shemot [Êx] 17:7). Obviamente, Yeshua tinha sabedoria e não caiu no engano, embora dessa vez o malshin (acusador) tivesse lançado de volta para Ele a expressão “Está escrito” (Mattityahu [mt] 4:4, 6).
Nem sempre e fácil ver a linha divisória entre confiar nos milagres de D’us e ser presunçosos a respeito do que esperamos do Eterno quando oramos. Como você aprendeu a distinguir uma coisa da outra?

Estudo Diário

Leitura Chumash parashat mishpatim, 4ª Alyá (Shemot [Êx] 22:27-23:5) Tehilim 113-118; Leitura reavivados por Sua Palavra: Y’hoshua [Js] 20 Leitura Anual: Vayikrá [Lv] 8–10

Anúncios