Controvérsias sobre o Shabat


“O Mashiach era um vivo representante da Torah. Nenhuma transgressão
de seus santos preceitos se encontrou em Sua vida. Olhando para uma
nação de testemunhas ansiosas por uma oportunidade de condená-Lo, Ele
pôde dizer, sem contestação: ‘Qual de vocês pode me mostrar onde estou errado?
Se falo a verdade, porque não acreditam em mim?’” (Yochanan [Jo] 8:46; O
Desejado de Todas as Nações, p. 287 contextualizado).
A vida de Yeshua refletiu plenamente o significado da Torah, os dez mandamentos
(Asseret Hadibrot). Ele foi a Torah personificada. Assim, ao estudar sua
vida, vemos o que é guardar as mitzvot e como guardá-las de uma forma que
não seja legalismo árido e formal.

Sabado

Entre essas mitzvot – dos dez mandamentos – está o quarto, lembrar e guardar
o Shabat. Ao continuar o estudo de Mattityahu, nos demais estudos examinaremos
algumas controvérsias sobre o Shabat e veremos, na vida de Yeshua, uma
Revelação [Ap] do que significa guardar o Shabat. Pois se a Torah é, de fato, um
reflexo do caráter do Eterno, e se Yeshua personificou essa Torah (Yirmeyahu [Jr]
31.31-33), ao entender como o Mashiach guardou a quarta mitzvá dos dez mandamentos
e o que Ele ensinou sobre isso, podemos aprender mais sobre o caráter
de D’us e a respeito de maneiras pelas quais podemos refletir esse caráter
em nossa vida.

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