D’us existe?


                Um homem religioso estava falando aos estudantes no campus de uma universidade secular a respeito da existência do Eterno. Depois de usar os argumentos
comuns, ele partiu para uma tática diferente, dizendo: “Sabem, quando
eu tinha mais ou menos a idade da maioria de vocês, não acreditava no Eterno
D’us. Ocasionalmente, quando algo me convencia de que talvez D’us existisse,
eu sempre procurava tirar aquela ideia da minha mente. Por quê? Porque algo
me dizia que, se de fato D’us existisse, então, considerando minha maneira de
viver, eu estaria em grandes apuros.”

criação dias

                 A atmosfera mudou instantaneamente. Dezenas de consciências, ao mesmo tempo, começaram a ser despertadas e a entrar em conflito consigo mesmas. No entanto, os crentes na libertação do Mashiach não se sentem incomodados com a existência de D’us porque eles têm as promessas da Bessorá. Não importa se somos judeus ou goyim, quando  confrontados com nossa pecaminosidade, podemos achar refúgio na justiça do Mashiach oferecida pela emunah (confiança), “ que nada tem em comum com a guarda legalista dos mandamentos da Torah.” (Romanos [Rm] 3:28).                           Podemos reclamar a promessa de que “ Portanto, não há mais nenhuma condenação esperando por aqueles que estão em união com o Messias Yeshua.” (Romanos [Rm] 8:1). “Sem distinção de idade ou categoria, de nacionalidade ou de privilégio religioso, todos são convidados a ir a Ele e viver” (O Desejado de Todas as
Nações, p. 403 contextualizado).
Perguntas para reflexão
1. Leia Mattityahu [Mt] 16:1-12. O que Yeshua quis dizer quando declarou:
“Cuidado! Guardem-se do chametz dos parushim e dos tzadukim” (v. 6). A princípio,
os talmidim pensaram que Yeshua se referisse ao Chametz (fermento) literal.
Mas Yeshua tinha em mente algo muito mais profundo. O que era?
2. O amor do Mashiach deve ser a mensagem mais importante. Nenhum de
nós tem esperança fora de Yeshua HaMashiach. Infelizmente, às vezes nossa
mensagem pode transmitir a ideia de condenação, arrogância e de superioridade.
De que forma podemos mostrar mais nossa compaixão por todas as pessoas?

 

Beth Midrash – Escola Sabatina – 2/2016

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