“E vocês”, ele lhes perguntou, ‘quem dizem que eu sou?’”


“Daquele momento em diante, Yeshua começou a explicar aos talmidim
que ele deveria ir a Yerushalayim e sofrer muito nas mãos dos anciãos,
dos principais kohanim e dos mestres da Torah; e que deveria ser condenado à
morte, mas que, no terceiro dia, seria trazido à vida.” (Mattityahu [Mt] 16:21).

Ressurreição túmulo vázio

Os escritos deixam claro: Yeshua tinha que morrer. Ao enfrentar a iminente
sombra da morte, Ele orou: “Agora estou agitado. O que posso dizer? ‘Pai, salva-me
desta hora? Não; por esta razão é que vim a esta hora.” (Yochanan [Jo] 12:27).
Esse era o plano divino, concebido na mente de D’us, mesmo “antes do início do
tempo” (Tito [Tt] 1:2; ver também 2Timóteo [2Tm] 1:9).
Foi por essa razão que Yeshua não disse simplesmente que iria sofrer muitas
coisas, ser morto e no terceiro dia, seria trazido à vida; Ele disse que Lhe era
necessário enfrentar tudo isso.

Devido à natureza de D’us, à santidade da Torah e à realidade do livre-arbítrio, Sua morte era a única maneira de salvar a humanidade da penalidade da transgressão.
Embora o estudo desta semana ensine um pouco mais sobre a história de Yeshua, nosso foco será Kefa e sua resposta ao ministério de Yeshua, enquanto Ele marchava rumo a uma morte planejada “antes do início do tempo”.

Beth Midrash

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