Shekel a Roma


7. Leia Mattityahu [Mt] 17:24-27. O que o acontecimento relatado nesse texto
nos diz sobre Yeshua?
Embora fosse exigido que todos os judeus pagassem o imposto do templo (de
meio Shekel), os kohanim, levitas e rabbis eram isentos dele. Assim, quando
perguntaram se Yeshua pagava o imposto, estavam desafi ando Seu ministério.
Ellen Gould White escreveu que, naquela ocasião, Kefa perdeu uma oportunidade,
de testemunhar sobre a absoluta autoridade do Mashiach. “Por sua resposta
ao coletor de meio shekel, de que Yeshua pagaria o tributo, havia sancionado,
virtualmente, o falso conceito que os kohanim e principais líderes estavam procurando
espalhar a seu respeito. […] Se os Kohanim e levitas estavam isentos,
em virtude de sua ligação com o templo, quanto mais aquele para quem o templo
era a casa de Seu Pai!” (O Desejado de Todas as Nações, p. 433, 434 contextualizado).
Podemos aprender muito com a misericordiosa resposta de Yeshua a Kefa.
Em vez de humilhá-lo, O Mashiach explicou gentilmente o erro do talmid. Além
disso, Yeshua Se adaptou de maneira muito criativa ao curso de ação que Kefa
havia seguido. Em vez de simplesmente pagar o imposto, reconhecendo assim
que era obrigado a fazê-lo, O Mashiach obteve o dinheiro para o imposto de outra
forma: da boca de um peixe.

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Aquele milagre foi incomum; foi a única vez em que Yeshua realizou um
milagre que, aparentemente, foi para seu próprio benefício. Mas esse não era o
propósito do milagre. O prodígio foi uma demonstração da autoridade que
Yeshua tinha, não só sobre o templo, mas também sobre toda a criação. Do ponto
de vista humano, deve ter sido difícil tentar entender de que maneira Yeshua
realizou esse milagre. Apesar de todas as coisas que Kefa já tinha visto, você
pode imaginar o que ele deve ter pensado quando lançou o anzol, pegou seu
primeiro peixe e achou a quantia necessária para pagar o imposto do templo?
(Ver Yeshayahu [Is] 40:13-17.)
Embora não fosse necessário que Yeshua e Seus talmidim pagassem o imposto
do templo, eles pagaram assim mesmo, para evitar controvérsias desnecessárias.
Como reduzir a importância das situações, especialmente no que diz respeito as
coisas que não são absolutas, para evitar conflitos desnecessários?

Beth Midrash 

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