II Encontro Judaico-adventista de BH


Realizou-se em Belo Horizonte, MG, o II Encontro Judaico-adventista da cidade. Trata-se de uma iniciativa dos adventistas mineiros da grande BH como parte do aprofundamento cultural do GEJA-Grupo de Estudo Judaico-adventista que reúne cerca de 30 pessoas do segundo ao quarto Shabatt, as 16 horas, no CABH-Colégio Adventista de Belo Horizonte.

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Esse encontro contou com a presença do preletor,  professor Doutor Reinaldo Siqueira, diretor do Salt no Unasp, Centro Universitário Adventista de São Paulo, Campus Engenheiro Coelho, SP.

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O II Encontro ocorreu no auditório do CABH, com o Cabalat Shabbat na sexta-feira à noite do dia 02 de setembro, com a Parashá nos serviços do sábado pela manhã na congregação Adventista do Sétimo Dia do Jaraguá, próximo ao cemitério israelita.

E a tarde mais dois módulos, o Havdalá e um módulo final no sábado à noite. Esse encontro terminou com a visita, no domingo dia 04, ao Museu da Inquisição as 10 horas da manhã. 

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O que é o GEJA?

No GEJA, Grupo de Estudo Judaico-adventista, semanalmente são estudados o contexto comum entre judeus e adventistas, história do judaísmo, liturgia judaica e o hebraico bíblico. O grupo pretende, ainda, participar de eventos culturais ligados ao povo judeu e a Israel como forma de reconhecimento ao legado judaico deixado ao mundo e criar uma amizade respeitosa entre ambos os contextos religiosos.

 

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O objetivo desse grupo de estudos é linkar a tradição judaica com a tradição adventista do sétimo dia, naquilo que mantém em comum, isto é, o Tanach, em especial a Torá com suas prescrições rituais do Tabernáculo do Deserto e mais tarde do Templo de Jerusalém, as festas, em especial o Iom Kipur, ou Dia da Expiação, as Dez Palavras ou Dez Mandamentos, o Shabatt, a Kashrut, e naquilo que os profetas e escritos hebreus ensinam e como foram reafirmados e ensinados pelo Rabi Ieshua. 

 

A conexão que o GEJA propõe resultará em uma “Beth B’nei Tsion” que visa reunir adventistas de origem judaica em resgate da herança de seus antepassados, assim, também, com não judeus que amam as Escrituras e o povo de Israel e, a outros que o Eterno chamar. 

 

 

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Essas congregações, BBT, já são 64 espalhadas em todos os continentes que mantém essa aproximação respeitosa, em resultado da visão Adventista do Sétimo Dia sobre a Torá, o que trouxe aos adventistas não somente um legado bíblico, mas, também o antissemitismo em seus calcanhares.

 

 

 

De acordo com Jacques Doukhan[1], ele mesmo um judeu-adventista e professor na Andrews University, EUA, após dois mil anos de separação, a Torá e a Mensagem do Rabi Ieshua “andam de mãos dadas”. De fato, essa associação constitui a pedra angular da identidade teológica Adventista do Sétimo Dia, reconciliando assim a fidelidade e memória do passado com a antecipação do futuro.

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Esse testemunho adventista não começou do nada. Sem o testemunho de Israel, os adventistas não teriam sido capazes de encontrar seu caminho para a lei, o Sábado, as leis de saúde e as Escrituras Hebraicas e a esperança do Mashiach que veio e que virá.

 

 

 

 

Rosh Wladimir.

[1] Doukhan, Jacques, O Mistério de Israel, pág. 85.

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