Teshuvá enquanto esperamos


2. Leia 2Kefa 3. Resuma os ensinos desse capítulo a respeito de Teshuvá. Como
esses versos se encaixam na ideia de que a Kehilá deve ser atuante na sociedade?
O desejo de D’us é que “todos venham à Teshuvá” (2Kefa [2pe] 3:9). Embora
não possamos fazer a obra do Ruach Hakodesh em conduzir as pessoas ao
arrependimento, somos chamados a levar-lhes a mensagem de libertação que,
se aceitarem, as levará ao arrependimento e a Teshuvá.
Nós também precisamos ter uma atitude de arrependimento, que é parte
do processo de Teshuvá. Teshuvá como reavivamento significa voltar à vida, ser
renovado, restaurado. Teshuvá como reforma significa ser remodelado, formado
novamente, para ser uma nova criação (2Coríntios [2Co] 5:17).

“Uma Teshuvá da verdadeira piedade (chesed – חסד ) entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-la, deve ser nossa primeira ocupação”
(Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121 contextualizado).
As passagens a respeito de como devemos esperar, mencionadas ontem,
ilustram as condições e os resultados da Teshuvá. Por exemplo, as dez virgens
precisavam ser reavivadas, despertadas do sono (Mattityahu [Mt] 25:1-13). As
virgens insensatas precisavam aumentar sua capacidade de receber o Ruach
Hakodesh na vida. Quando nos humilhamos, morremos para o eu, fazemos preces
com altruísmo, estudamos a Palavra de D’us, e a comunicamos aos outros
por meio de palavras e atos de amor, aumentamos nossa capacidade para receber
a plenitude do Ruach Hakodesh no poder da chuva serôdia. Contudo, é possível
estudar a Palavra de D’us por horas e, mesmo assim, continuar sendo uma
pessoa com Yetsir Hará (propensão para o mal). Poderíamos orar pelo reavivamento
e pela chuva serôdia, mas, de modo egoísta, desejá-los apenas para nós.
A Teshuvá como reavivamento sempre leva a uma preocupação altruísta pelos
outros. Quando recebermos a plenitude do Ruach Hakodesh seremos reformados
e transformados em talmidim Tzadikim, concentrados no propósito de nossas
ações.
tristezaPrecisamos de Teshuvá (reavivamento e de reforma) em nossas preces (tefilot),
no estudo da Bíblia e na ênfase em pedir o Espírito de D’us na abundância
da chuva serôdia. Mas, como Kehilá, precisamos também de Teshuvá em nossas
atitudes e métodos. Precisamos de espiritualidade e de mudança em nossa atitude
e em nossos atos para com os “pequeninos”. 
Como podemos evitar a indiferença em relação à segunda vinda do Mashiach?
Isto é, à medida que os anos passam, como podemos manter sempre diante de nós
a realidade e a urgência da vinda do Mashiach?

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