Habessorá e a autoridade de Shaul


“Por acaso busco agora a aprovação humana? Não. Desejo a aprovação de D’us! Ou estou tentando agradar às pessoas? Se eu ainda fizesse isso, não seria servo do Messias.” (Gl 1:10)
Estudantes de uma universidade construíram um centro em seu campus, onde todos seriam bem-vindos, independentemente da etnia, gênero, status social ou crenças religiosas. Imagine se, anos mais tarde, esses alunos retornassem ao campus e descobrissem que outros estudantes haviam redesenhado o centro.

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Em lugar da sala grande com bastante espaço para socialização, concebida para proporcionar um sentido de unidade a todos ali, o local tivesse sido subdividido em várias salas menores, com restrições à entrada com base na cor da pele, no gênero, na religião, e assim por diante. Os alunos responsáveis pelo novo desenho poderiam ter argumentado que sua autoridade para fazer essas mudanças vinha de uma prática estabelecida há vários séculos.
Isso é algo parecido com a situação que Shaul enfrentou quando escreveu sua
carta às comunidades da Galácia. Seu plano, segundo o qual os goyim podiam se
unir à kehilá com base unicamente na fé, estava sendo desafiado por falsos morim
(mestres), que insistiam na ideia de que os goyim também deviam ser  circuncidados antes de se tornarem membros da kehilá. A carta aos Gálatas é uma resposta a essa linha de raciocínio que se opunha a essência da bessorá (Boas novas). 2Pe 3:15, 16; Gl 1; Fp 1:1; Gl 5:12

LEITURAS DA SEMANA

PARASHÁ 40 בלק BALAC [Balac]: Bamidbar (Nm) 22.2 – 25.9
HAFTARÁ: Miquéias 5:6 – 6:8
B’RIT HADASHÁ: 2Pd 2:1-22; Jd: 11; Revelação 2:14-15; 1Co 1:20-31
TEHILIM: Sl 79

Centro Mundial de Fraternidade Judaico-Adventista 
Ore esta semana pelos líderes Roger Robertsen & Julio Mendez da comunidade judaico-
adventista de Jerusalém, Israel.

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