A “mudança” da Torá


“Ele falará palavras contra o Altíssimo e tentará oprimir os santos do Altíssimo. Tentará alterar as estações e a lei; e os santos lhe serão entregues por um tempo, tempos e metade de um tempo.” (Daniel 7:25) BJC

A chave para entender os eventos do fim dos dias é a Torá de D’us em geral e o quarto mandamento, que fala da guarda do sétimo dia, o Shabat. Embora saibamos
que a yeshuá ocorre unicamente pela emuná e que o cumprimento de mitzvot, incluindo a mitzvá da guarda do Shabat, jamais pode trazer salvação, também
entendemos que, nos últimos dias, a obediência à Torá de D’us, reunida nas Dez Palavras, o que inclui o Shabat, será um sinal exterior, uma marca de onde se encontra nossa verdadeira lealdade.

Dez Mandamentos

Essa distinção se tornará especialmente óbvia em meio aos eventos culminantes do fim dos dias, retratados no livro de Apocalipse/Revelação (Ap 13 e 14), quando um conglomerado poderoso de forças religiosas e políticas se unirá para impor uma falsa forma de adoração aos habitantes do mundo. Tudo isso contrasta com Revelação (Ap 14:7),em que o povo de D’us é chamado a adorar “Aquele que fez os Céus e a Terra, o mar e as fontes das águas”; isto é, adorar unicamente o Criador.
Nesta pequena série, examinaremos a Torá de D’us, especialmente a mitzvá da guarda do Shabat. Abordaremos questões que envolvem a tentativa de mudança dessa lei e o que isso significa para nós, a quem o fim em breve virá.

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