Enterrando o Talento


“Mas o que tinha recebido um talento saiu, cavou um buraco no chão e escondeu o dinheiro do senhor.” (Mt 25:18). “O que havia recebido a menor dádiva deixou o talento improdutivo. Nisso é feita uma advertência a todos quantos pensam que a pequenez de seus dotes os dispense do trabalho para o Mashiach. Se pudessem fazer alguma coisa grande, com que boa vontade não a empreenderiam! Mas, porque só podem servir em coisas pequenas, pensam que são justificados ao não fazer nada. Erram nisso.

talento enterrando

O Eterno prova o caráter na distribuição dos dons. O homem que foi negligente em fazer prosperar seu talento mostrou-se um administrador infiel. Se houvesse recebido cinco talentos, os teria enterrado como fez com um único. Seu mau uso do único talento mostrou que desprezava as dádivas do Céu.

“‘Quem é fiel nas coisas pequenas, também é fiel nas grandes, e quem é desonesto nas coisas pequenas, também é desonesto nas grandes.’ (Lc 16:10). A importância das coisas pequenas é muitas vezes subestimada por serem simples; porém, suprem muito da real disciplina da vida.

Realmente, não há coisas não essenciais na vida religiosa. A formação de nosso caráter será cheia de perigos, se avaliarmos mal a importância das coisas pequenas.”

 

PERGUNTAS PARA REFLEXÃO

1 Quais ideologias e ideais as pessoas acreditam que inaugurariam uma utopia na Terra? Quais foram essas ideias e por que, sem exceção, todas falharam?

2 A obediência ao que D’us nos manda fazer fortalece nossa emuná? Ou seja, por que a fidelidade sem as obras é “morta” (Tg 2:26)? Considerando as provações que sobrevirão aos que “guardam os mandamentos de D’us” (Ap 14:12), por que é tão importante nos prepararmos hoje para o que virá quando menos esperarmos?

3 O que nos garante que não seremos enganados como as damas insensatas?

4 Qual é a nossa compreensão sobre os “eleitos”? (Veja Mt 24:31; Rm 8:33; Cl 3:12). O que isso revela sobre o grande poder dos enganos?

Anúncios